Sandra Celas, de 51 anos, continua ligada ao mundo da representação depois de 25 anos de carreira, mas admite sentir falta de trabalhar regularmente em televisão. A atriz, que durante vários anos foi um dos rostos conhecidos da ficção da TVI, falou recentemente sobre esta fase profissional numa entrevista à revista TV Guia.

A última participação de Sandra Celas numa telenovela da TVI aconteceu em 2019, num papel de curta duração. Desde então, a atriz não voltou a integrar elencos regulares de novelas da TVI ou da SIC, apesar da experiência acumulada ao longo de mais de duas décadas de carreira.
Sandra admite que a ausência de convites para televisão lhe causa alguma tristeza, sobretudo porque continua a gostar de representar para o pequeno ecrã. A atriz conta que ainda é abordada por pessoas na rua, que lhe perguntam quando voltará à televisão e manifestam vontade de voltar a vê-la em novos projetos.
“Não têm aparecido convites, com muita pena minha porque gosto muito de fazer televisão”, afirmou Sandra Celas. A atriz sublinha que não sabe explicar por que razão as oportunidades deixaram de surgir e considera que essa resposta deverá ser dada pelas próprias estações televisivas.
Apesar da ausência da televisão, Sandra Celas não deixou de trabalhar na área artística. A atriz tem procurado outros caminhos e mantém-se ligada aos palcos e a projetos próprios, mostrando que continua ativa profissionalmente e interessada em explorar diferentes formas de expressão.

Entre os projetos que desenvolveu está Palavra (De)cantada, um espetáculo apresentado em teatros e outros espaços, no qual Sandra diz e canta poesia acompanhada por um músico. Este trabalho permite-lhe juntar diferentes vertentes artísticas e continuar próxima do público.
Apesar do percurso alternativo que tem construído, Sandra Celas não fecha a porta à televisão. Pelo contrário, deixa claro que continua disponível para regressar caso surja uma oportunidade adequada: “Eu estou sempre disponível”. Aos 51 anos, a atriz mantém assim o desejo de voltar a representar no pequeno ecrã, sem deixar de investir nos projetos que tem desenvolvido fora da televisão.

